01 de julho de 2026

Existe um perfil de comprador que entra em qualquer visita de imóvel com critérios que a maioria dos corretores não está preparada para responder.

Ele morou em Lisboa, em Miami, em Berlim ou em Cingapura. Viveu em apartamentos com gestão impecável, em cidades com transporte público que funciona, em países onde o espaço público é tratado com seriedade. Voltou ao Brasil com capital, com família e com uma lista de exigências formada por anos de comparação.

Para esse perfil, Florianópolis passa no filtro antes mesmo de qualquer visita. E entender por que diz muito sobre o que diferencia essa cidade das demais capitais brasileiras.

O que quem morou fora procura

A experiência de viver em cidade de alto padrão internacional forma um comprador com critérios específicos e não negociáveis.

Segurança urbana real, não apenas relativa. Floripa está consistentemente entre as capitais brasileiras com menores índices de homicídio do país, segundo o Atlas da Violência do IPEA. Para quem vem de Buenos Aires com a violência dos últimos anos, ou de São Paulo com o desgaste diário da insegurança, esse dado não é abstrato.

Natureza acessível no dia a dia, não em viagens de fim de semana. A pessoa que nadava no Mediterrâneo antes de ir trabalhar em Barcelona não aceita viver a 60 quilômetros de uma praia. Em Floripa, 42 praias estão dentro do próprio município, a menos de 30 minutos de qualquer bairro central.

Escala humana. A cidade que não consome duas horas do dia em trânsito. Floripa, fora da temporada e dos horários de pico na SC-401, ainda tem a fluidez que cidades com mais de um milhão de habitantes perderam. E com a triplicação da SC-401 prevista para setembro de 2026 e o Plano Gehl em andamento para o Centro, essa escala vai melhorar de forma estrutural.

Comunidade qualificada. Quem voltou da Europa ou dos EUA não quer viver num ambiente sem interlocutores. Floripa tem mais de 6.100 empresas de tecnologia e 38 mil empregos diretos no setor, segundo a ACATE. A comunidade de founders, executivos, investidores e profissionais globais que se formou aqui nos últimos anos criou exatamente o tecido social que esse comprador procura.

O que Floripa entrega que outras capitais não conseguem

São Paulo tem o mercado de trabalho, a cultura, a gastronomia. Mas não tem o mar no cotidiano, não tem a escala e não tem a segurança relativa.

Rio de Janeiro tem o mar, tem a beleza e tem a cultura. Mas tem a violência urbana que compromete a liberdade cotidiana de formas que quem morou em cidades seguras não aceita mais.

Floripa tem a combinação que não existe em outro endereço brasileiro: capital com infraestrutura e mercado de trabalho relevante, natureza acessível diariamente, segurança acima da média nacional e uma escala que ainda permite viver sem o desgaste das metrópoles.

Entre 2017 e 2022, Florianópolis recebeu 84.600 novos moradores vindos de outros estados, segundo levantamento da Beco Castelo com base em dados do IBGE. Hoje, cerca de 40% da população é formada por pessoas que escolheram a cidade para recomeçar. Esse número inclui, numa proporção crescente, os que vieram de fora do Brasil.

O que esse comprador exige no imóvel

O executivo que voltou de fora tem referência de produto internacional. Sabe o que é uma cozinha bem integrada, um banheiro projetado de verdade, automação que funciona, materiais que envelhecem com dignidade.

Para esse perfil, um imóvel que impressiona em foto mas decepciona na visita não tem chance. A conversa começa pelo projeto, pela qualidade construtiva real, pela localização exata dentro do bairro e pela perspectiva de valorização com horizonte de médio prazo.

É um comprador que decide com racionalidade e velocidade. Quando encontra o que procura, não prolonga a negociação.

Se esse é o seu perfil, me chama. A conversa vai ser diferente.

📲 WhatsApp: (48) 99154-5904 · @cristian.thume

Corretor de Imóveis | CRECI/SC 74.589-F Alto padrão | Jurerê Internacional | Florianópolis

"O verdadeiro luxo é viver bem."

Fontes: ACATE — dados setor tecnológico Florianópolis (2025); Atlas da Violência — IPEA; IBGE — migração interestadual; FipeZAP — Índice Residencial dez/2025.

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