Por que São Paulo e Rio estão comprando em Florianópolis

14 de maio de 2026

Existe um movimento silencioso acontecendo no mercado imobiliário de Florianópolis. Silencioso não porque seja pequeno, mas porque quem está comprando não costuma anunciar. Compra. Muda. E quando a cidade percebe, o mercado já foi.

Dados de 2025 mostram aumento de até 25% na busca por imóveis de alto padrão em Florianópolis, com compradores vindos principalmente do Sudeste, São Paulo e Rio de Janeiro em especial e, em proporção crescente, do exterior. A pergunta que vale responder é: o que está movendo esse fluxo? E o que ele significa para quem já está aqui ou está pensando em vir?


Não é modismo. É cálculo.

A primeira coisa que chama atenção quando você conversa com compradores que vieram de São Paulo para Florianópolis é que a decisão raramente foi impulsiva. Foi calculada. Às vezes, levou anos.

O raciocínio costuma seguir um padrão: "Estou pagando um imóvel em São Paulo que não me entrega metade do que quero em qualidade de vida. Pelo mesmo valor ou até menos consigo algo muito diferente em Floripa."

Esse cálculo tem uma lógica que os números confirmam. Um apartamento de 200m² em bairros como Itaim Bibi, Vila Nova Conceição ou Jardins pode custar entre R$ 4 e R$ 8 milhões. Pelo mesmo valor, em Jurerê Internacional, você encontra casas com piscina, área gourmet, arquitetura assinada e acesso à praia em poucos minutos. O equivalente em São Paulo entrega menos em espaço, em qualidade de vida, em relação com a natureza.

Mas o argumento vai além do preço. Vai para o estilo de vida.


O que o comprador de fora enxerga que o local às vezes não vê

Quem mora em Florianópolis há anos corre o risco de naturalizar o que tem. A praia a 20 minutos do centro. O trânsito que, mesmo crescendo, ainda não chegou ao nível das metrópoles. A segurança comparativamente alta. A natureza preservada.

O comprador que chega de São Paulo ou Rio não naturalizou nada disso. Ele enxerga tudo com clareza, e o contraste com a vida que deixou torna cada elemento mais valioso.

Essa percepção de valor é um dos motores do mercado de alto padrão de Florianópolis. Não é especulação. É a demanda de pessoas que decidiram, de forma deliberada, trocar quantidade por qualidade, e que têm renda suficiente para fazer essa troca.


Empreendimentos que refletem essa demanda

O mercado já responde a esse perfil de comprador com empreendimentos desenhados especificamente para ele.

O Oceana Jurerê, lançamento da construtora CFL em Jurerê Internacional, é o exemplo mais emblemático do momento. São seis torres residenciais, batizadas com nomes de oceanos: Atlântico, Ártico, Índico, Pacífico, Mediterrâneo e Báltico, mais uma torre de hotel boutique. A arquitetura é assinada pelo escritório americano Arquitectonica, com presença em Miami, Nova York, Los Angeles, Paris, Dubai e Hong Kong. Os apartamentos partem de R$ 7,95 milhões, e o VGV estimado do empreendimento é de R$ 1 bilhão.

Esse tipo de lançamento não surge do nada. Surge porque existe demanda qualificada, com capacidade de compra e nível de exigência que justifica esse produto. E essa demanda vem, em grande parte, de fora de Santa Catarina.

Além do Oceana, o Jurerê Tradicional, bairro adjacente ao Internacional, está passando por uma segunda onda de valorização. Grandes construtoras chegaram ao bairro com empreendimentos que rivalizam em acabamento e preço com Jurerê Internacional. A fronteira econômica entre os dois está se tornando cada vez mais tênue, criando oportunidades para quem olha para o mercado como um todo.

Bairros como Cacupé, Campeche e Lagoa da Conceição também integram esse movimento, atraindo um perfil de comprador que busca qualidade de vida sem necessariamente o ticket de entrada de Jurerê.


O comprador internacional: um fator que o mercado ainda subestima

Além do Sudeste, um terceiro grupo está crescendo em relevância: o comprador estrangeiro.

Dados da Fecomércio-SC de março de 2025 mostram que 55% dos turistas de Florianópolis são estrangeiros, com argentinos representando 82,7% desse total. Esse número de turismo tem uma tradução direta no mercado imobiliário: parte desses visitantes volta como comprador.

Para o argentino de alta renda, Florianópolis oferece algo que poucos destinos brasileiros conseguem combinar: qualidade urbana, gastronomia, praia, segurança e preços que, convertidos em dólar, ainda são competitivos em relação a equivalentes na Europa ou nos Estados Unidos.

O mesmo raciocínio começa a se aplicar a compradores europeus, especialmente portugueses, espanhóis e italianos, que enxergam no Brasil, e em Florianópolis especificamente, uma alternativa de qualidade de vida com custo menor do que seus mercados de origem.


O que esse fluxo significa para o mercado

Quando a demanda por um mercado imobiliário é geograficamente diversificada, vem de São Paulo, do Rio, da Argentina, da Europa, esse mercado se torna estruturalmente mais resiliente.

Em cidades onde a demanda é essencialmente local, uma crise econômica regional impacta diretamente os preços e o volume de transações. Florianópolis, especialmente Jurerê Internacional, opera diferente: o comprador de São Paulo não vai deixar de comprar por causa de uma crise no varejo catarinense. O comprador argentino não vai recuar diante de uma oscilação do real.

Isso não elimina riscos, nenhum mercado é imune a crises globais, mas cria uma camada de proteção que mercados dependentes de demanda local simplesmente não têm.


Por que a janela atual importa

Existe um argumento que aparece com frequência entre quem comprou em Jurerê há cinco ou dez anos e hoje olha para o que pagou: "Eu sabia que ia valorizar, mas não sabia que ia ser tanto."

O metro quadrado em Jurerê Internacional chegou a R$ 25.136 em 2025, alta de 50% em 12 meses, segundo dados da Loft. O tíquete médio de transações no bairro está em R$ 5,5 milhões. São números que mostram um mercado que já se consolidou, mas que, comparado ao que pode ser daqui a cinco ou dez anos, ainda está num estágio inicial de reconhecimento nacional.

Florianópolis ainda não chegou ao nível de visibilidade de Balneário Camboriú, que opera em outro patamar de preços e marketing. Mas está claramente no caminho de se tornar um dos mercados mais relevantes do Brasil para compradores de alto padrão. Quem está olhando agora, quando o movimento já é visível nos dados mas ainda não é mainstream, está numa posição diferente de quem vai olhar quando a narrativa já mudou.


Uma observação honesta

Não tenho como prever o futuro do mercado imobiliário de Florianópolis. O que posso fazer é apresentar os dados disponíveis, os movimentos que estão acontecendo e as dinâmicas que os sustentam, e deixar que cada pessoa faça sua própria leitura.

O que observo é que as conversas com compradores de fora de Santa Catarina têm uma qualidade específica. Essas pessoas chegam pesquisadas, sabem o que querem e estão dispostas a decidir quando encontram o que procuram.

Se você é uma dessas pessoas, ou está começando a pesquisar, me chama. Posso ajudar a transformar a pesquisa em uma decisão mais clara.


Cristian Thume — Corretor de Imóveis em Florianópolis CRECI/SC 74.589-F @cristian.thume · cristianthume.com.br WhatsApp: (48) 99154-5904

"O verdadeiro luxo é viver bem."

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Qualidade de vida não tem preço, mas tem endereço!

13 de maio de 2026

Existe uma conversa que se repete com frequência entre pessoas que estão considerando se mudar para Florianópolis. Em algum momento, alguém diz: "mas será que vale a pena largar tudo e ir?"

A pergunta parece grande. Mas quando você começa a desmontar o que está por trás dela, percebe que o que as pessoas estão realmente perguntando é mais simples: o que eu ganho em qualidade de vida que justifica essa mudança?

Esse texto é uma tentativa de responder essa pergunta com honestidade, com dados e com observação direta.


O que os índices dizem

Florianópolis tem um dos maiores Índices de Desenvolvimento Humano do Brasil. Isso não é slogan de marketing municipal, é uma métrica calculada com base em expectativa de vida, educação e renda per capita, publicada pelo PNUD e pelo IBGE.

Na prática, um IDH elevado se traduz em acesso a serviços públicos de qualidade, infraestrutura urbana funcionando, saneamento básico cobrindo a maior parte da cidade e uma rede de saúde e educação que coloca Florianópolis em patamar diferente da maioria dos municípios brasileiros.

Florianópolis é também um polo de tecnologia e inovação. A presença de universidades federais, com UFSC e UDESC em destaque, a concentração de startups e empresas de tecnologia e o ecossistema de empreendedorismo que se consolidou nas últimas duas décadas criaram uma cidade com perfil de renda e educação bastante diferente da média nacional.

Isso importa para o mercado imobiliário por um motivo direto: a cidade atrai e retém um perfil de morador com renda qualificada e alta capacidade de consumo. Esse perfil sustenta o mercado de alto padrão de forma consistente, independentemente de ciclos econômicos pontuais.


O que os índices não conseguem medir

Mas IDH não captura tudo. E é aqui que a conversa fica mais interessante.

Florianópolis tem uma escala urbana que as grandes metrópoles brasileiras perderam há décadas. São Paulo tem 12 milhões de habitantes. Rio de Janeiro, mais de 6 milhões. Florianópolis tem cerca de 520 mil, e mesmo com o crescimento acelerado dos últimos anos, ainda mantém uma proporção entre cidade e natureza que poucos lugares conseguem preservar.

Em 20 minutos de carro, você sai do centro e chega a uma praia de água limpa. Em 30 minutos, está numa trilha em mata preservada. Em 40 minutos, está em Jurerê Internacional, com tudo que o bairro oferece em termos de gastronomia, lazer e qualidade urbana.

Essa proporção é rara. E ela não é acidente, é consequência de uma geografia específica e de decisões históricas de preservação ambiental que limitaram a ocupação de áreas sensíveis.


A mobilidade que ninguém calcula direito

Um dos fatores que mais pesa na qualidade de vida em grandes metrópoles, e que raramente aparece nas planilhas de decisão de quem está pensando em mudar, é o tempo perdido em deslocamento.

Estudos sobre bem-estar urbano mostram consistentemente que o tempo gasto no trânsito é um dos fatores que mais impacta negativamente a satisfação com a vida. Não a renda. Não o tamanho do apartamento. O tempo no trânsito.

Em São Paulo, a média de deslocamento diário de um trabalhador na região metropolitana supera duas horas. No Rio de Janeiro, os números são parecidos. Em Florianópolis, a realidade é estruturalmente diferente, não porque o trânsito seja perfeito, mas porque as distâncias são menores.

Quem se muda de São Paulo para Floripa frequentemente relata que recuperar esse tempo foi a mudança mais impactante, mais do que a praia, mais do que o custo de vida, mais do que qualquer outro fator.


O perfil de quem está vindo

Florianópolis não atrai qualquer perfil de comprador. Atrai um perfil específico, e entender esse perfil ajuda a entender por que o mercado de alto padrão da cidade funciona de forma diferente.

A maioria das pessoas que buscam imóveis de alto padrão em Floripa não são de Florianópolis. Vêm de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Curitiba, e em proporção crescente, do exterior, especialmente da Argentina e de países europeus.

O que essas pessoas têm em comum é que não estão fugindo de algo. Estão buscando algo. Não buscam apenas um imóvel mais barato do que em São Paulo, até porque os preços em Jurerê Internacional já não são baratos em comparação com bairros equivalentes em outras capitais. Buscam uma forma diferente de viver.

Isso tem uma implicação importante para o mercado: esse comprador é menos sensível a ciclos econômicos do que o comprador médio. Não depende de crédito imobiliário. Não recua diante de uma alta de juros. Decide com base em critérios de estilo de vida, e esses critérios tendem a ser mais estáveis do que indicadores macroeconômicos.


Florianópolis para criar filhos

Um segmento específico merece atenção separada: as famílias que estão pensando em Florianópolis não como destino individual, mas como cidade para criar filhos.

A cidade combina fatores que raramente aparecem juntos em um único lugar: segurança comparativamente alta para padrões brasileiros, acesso a natureza preservada, rede de escolas privadas de qualidade, universidades federais reconhecidas nacionalmente e um ambiente urbano que ainda permite que crianças e adolescentes tenham mobilidade e independência razoável.

Para pais que vivem em São Paulo ou Rio e que passaram anos compensando a ausência de natureza e espaço com viagens frequentes, a conta começa a fazer sentido de outra forma quando colocada no papel: o que custam anos de viagens para dar às crianças o que Floripa oferece na rotina?


Uma observação sobre o que "qualidade de vida" realmente significa

Qualidade de vida é um conceito que parece subjetivo mas tem componentes bastante concretos: tempo livre, segurança, acesso a natureza, relações sociais, autonomia de deslocamento, saúde ambiental.

Florianópolis não é perfeita em nenhum desses eixos. Tem problemas de mobilidade em temporada, infraestrutura que ainda não acompanha o crescimento, desigualdades reais entre os diferentes bairros da cidade. Quem vem para cá com expectativas irreais, vai se frustrar.

Mas para quem vem com clareza sobre o que está buscando, e especialmente para quem busca o que Jurerê Internacional oferece em termos de qualidade de vida urbana, acesso à praia e ambiente residencial de alto padrão, a equação costuma fazer sentido de formas que são difíceis de prever antes de viver.


Por que escrevi esse texto

Converso com pessoas que estão nessa dúvida com frequência. E o que percebo é que a maior dificuldade não é financeira, é de clareza sobre o que a pessoa realmente quer e o que Florianópolis pode ou não oferecer.

Meu trabalho não é convencer ninguém a se mudar para cá. É ajudar quem já está inclinado a tomar uma decisão melhor, com mais informação, menos idealização e mais alinhamento entre o que a pessoa quer e o que o mercado oferece.

Se você está nessa reflexão, me chama. Será um prazer te mostrar mais sobre Florianópolis.


Cristian Thume — Corretor de Imóveis em Florianópolis CRECI/SC 74.589-F @cristian.thume · cristianthume.com.br WhatsApp: (48) 99154-5904

"O verdadeiro luxo é viver bem."

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O Masterplan que fez Jurerê Internacional valer o que vale hoje

12 de maio de 2026

Quando as pessoas falam sobre Jurerê Internacional, costumam falar sobre a praia, os beach clubs, o estilo de vida. Raramente falam sobre o que está por trás de tudo isso, a decisão tomada nos anos 1980 que determinou, décadas antes de qualquer resultado visível, o que Jurerê Internacional seria hoje.

Essa decisão tem nome: Masterplan.


O que é um Masterplan e por que ele importa

Um Masterplan é um plano diretor de uso do solo. Define o traçado das ruas, o tamanho mínimo dos lotes, a altura máxima das edificações, a vocação de cada zona: residencial, comercial, de lazer e os parâmetros de infraestrutura que vão sustentar tudo isso.

A maioria dos bairros brasileiros não tem Masterplan. Crescem de forma orgânica, respondendo à demanda do momento, ao preço do terreno disponível, às decisões individuais de cada proprietário e construtora. O resultado é um crescimento desordenado onde bairros nobres convivem com verticalização excessiva, comércio invasivo e infraestrutura que não acompanha o ritmo de ocupação.

Jurerê Internacional foi diferente desde o princípio.


A decisão dos anos 1980

No início da década de 1980, o Grupo Habitasul adquiriu uma faixa de terra no norte da ilha de Florianópolis e fez algo incomum para o Brasil da época: contratou um planejamento urbano completo antes de vender um único lote.

O projeto definiu lotes amplos, mínimo de 600m² na maior parte do bairro, gabarito controlado que limitou a altura das edificações, afastamentos obrigatórios que garantiram a circulação de ar e a privacidade entre os imóveis, e uma infraestrutura de água, esgoto e drenagem dimensionada para o longo prazo.

Definiu também a vocação: residencial de alto padrão. Sem verticalização agressiva. Sem comércio invadindo as ruas residenciais. Sem o improviso que caracterizou o crescimento de tantos outros bairros na mesma época.

O resultado não foi imediato. Levou décadas para Jurerê Internacional se tornar o que é. Mas o Masterplan garantiu que, quando a demanda chegasse, o bairro tivesse estrutura para recebê-la sem se degradar.


O que bairros planejados têm que bairros orgânicos não têm

A diferença entre um bairro que cresceu com planejamento e um que cresceu sem ele aparece de várias formas, mas a mais importante, do ponto de vista imobiliário, é a preservação do padrão ao longo do tempo.

Em bairros orgânicos, a pressão econômica eventualmente vence. Um proprietário vende seu terreno para uma construtora que ergue um prédio de dez andares. O vizinho faz o mesmo. Em dez anos, o caráter do bairro mudou completamente e os imóveis que valiam pela exclusividade passam a competir com uma oferta muito maior, muitas vezes de qualidade inferior.

Em Jurerê Internacional, isso não aconteceu. E não aconteceu porque as regras do Masterplan, incorporadas ao zoneamento municipal ao longo do tempo, tornaram esse tipo de transformação muito mais difícil.

Os lotes grandes continuam grandes. O gabarito baixo continua baixo. O perfil residencial continua residencial. Quem comprou há 20 anos num bairro de casas de alto padrão ainda mora num bairro de casas de alto padrão e não em um bairro em transição onde o vizinho de frente agora é um edifício comercial.

Essa estabilidade de padrão é o que sustenta o valor dos imóveis no longo prazo. E ela não existiria sem o planejamento original.


Por que isso importa para quem está comprando hoje

Existe uma pergunta que todo comprador de imóvel deveria fazer, e que poucos fazem: o bairro que estou comprando hoje vai continuar sendo o mesmo bairro daqui a dez anos?

Em Jurerê Internacional, a resposta é mais previsível do que na maioria dos lugares. O Masterplan não é uma promessa, é uma estrutura consolidada ao longo de mais de quatro décadas, com respaldo legal e um histórico de preservação que pode ser verificado.

Isso não significa que o bairro não vai mudar. Significa que as mudanças têm direção controlada. A praia que foi alargada nos últimos anos ampliou o espaço público sem comprometer o caráter residencial. Os novos empreendimentos que surgem, como o Oceana Jurerê, da CFL, com arquitetura assinada pelo escritório americano Arquitectonica, seguem os parâmetros do zoneamento e contribuem para elevar o padrão, não para diluí-lo.

Para o comprador, isso se traduz em previsibilidade. E previsibilidade em imóveis é um ativo que tem preço, mesmo que raramente apareça na ficha técnica do imóvel.


A comparação que ajuda a entender

Pense em dois bairros de uma cidade qualquer. No primeiro, cada proprietário construiu o que quis, quando quis, da forma que pôde pagar. No segundo, um plano original definiu o padrão mínimo e criou mecanismos para preservá-lo.

Passados 30 anos, qual dos dois tende a ter imóveis mais valorizados?

A resposta não é universal, outros fatores importam. Mas a história imobiliária de cidades ao redor do mundo mostra um padrão consistente: bairros com planejamento original rigoroso tendem a preservar e ampliar valor de forma mais estável do que bairros que cresceram sem direção definida.

Jurerê Internacional é o exemplo brasileiro mais claro desse padrão. E entender isso ajuda a compreender por que o metro quadrado lá chegou a R$ 25.136 em 2025, não como resultado de especulação, mas como consequência de décadas de decisões que preservaram o que torna o lugar valioso.


Uma consideração honesta

O Masterplan de Jurerê Internacional é um argumento forte. Mas não é o único fator que determina o valor de um imóvel específico dentro do bairro.

Localização dentro do bairro importa, imóveis mais próximos da praia ou das ruas principais têm dinâmicas de valorização diferentes. Qualidade da construção importa. O incorporador importa. A gestão do condomínio importa.

O Masterplan cria o piso, o contexto favorável em que todos os imóveis do bairro operam. Mas a escolha do imóvel certo dentro desse contexto exige análise específica, que é exatamente o que um bom corretor deve ajudar a fazer.

Se você está pensando em Jurerê Internacional e quer entender melhor quais imóveis fazem sentido para o seu objetivo: moradia, investimento ou temporada, estou disponível para uma conversa.


Cristian Thume — Corretor de Imóveis em Florianópolis CRECI/SC 74.589-F @cristian.thume · cristianthume.com.br WhatsApp: (48) 99154-5904

"O verdadeiro luxo é viver bem."

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