Quiet luxury chegou ao mercado imobiliário e Florianópolis entende bem isso

14 de junho de 2026

Nos últimos dois anos, o conceito de quiet luxury saiu das passarelas de alta costura e entrou em praticamente todos os setores onde o dinheiro qualificado circula. Moda, hotelaria, gastronomia, automóveis. E, com força crescente, o mercado imobiliário.

O interessante é que Florianópolis e Jurerê Internacional especificamente, já praticavam esse conceito antes de ele ter nome.

O que é quiet luxury, de fato

Quiet luxury é a rejeição da ostentação como código de status. É a escolha pelo que é raro, bem feito e atemporal, em vez do que é gritante, visível e datado.

No universo imobiliário, significa: arquitetura que dialoga com a paisagem em vez de competir com ela. Materiais que envelhecem bem. Espaços que entregam conforto antes de entregar fotogenia. Endereços que não precisam se anunciar, porque quem importa já sabe o que significam.

Diferente da ostentação tradicionalmente associada ao luxo, o quiet luxury prioriza discrição, autenticidade e experiências ligadas ao bem-estar cotidiano, em detalhes como conforto térmico, iluminação natural, silêncio, integração com a natureza, materiais nobres e soluções tecnológicas. O movimento aparece entre as principais megatendências do relatório de 2026 da Brain Inteligência Estratégica, referência nacional em estudos do setor imobiliário.

Por que Floripa chegou lá de forma orgânica

Jurerê Internacional não foi projetado com o conceito de quiet luxury em mente. Mas o resultado é esse.

Ruas organizadas, largas, com canteiros cuidados. Condomínios com recuos generosos e arquitetura que conversa com o mar. Uma praia de água calma, com coqueiros, sem o movimento caótico das praias urbanas. Uma atmosfera que é sofisticada sem precisar se esforçar para parecer.

Isso não foi construído do dia para a noite. É o resultado de um planejamento urbano consistente, de um tipo de comprador que exige qualidade e de uma cidade que ainda tem espaço para respirar.

O comprador de quiet luxury não compra o apartamento mais chamativo. Compra o endereço que vai fazer sentido daqui a 20 anos, quando a moda tiver passado e o que sobrar for o que realmente vale.

O consumidor que pratica quiet luxury

Ele é mais sofisticado do que parece. E é mais exigente do que qualquer lista de amenidades consegue capturar.

Em 2026, esse comprador representa a nova camada dominante do segmento premium. O mercado de luxo mudou: o comprador procura harmonia, materiais naturais, luz, proporção e um design intemporal que permita viver com conforto e elegância, sem excessos. Essa mudança não é estética, é cultural.

O luxo passa a ser uma afirmação silenciosa, funcional, inteligente e profundamente ligada à qualidade de vida. E o imóvel que entrega isso em Florianópolis: com mar, natureza e urbanismo planejado, tem um argumento que nenhum lançamento vertical de grande cidade consegue replicar.

O que isso muda na hora de escolher um imóvel

Para quem entende quiet luxury, a pergunta deixa de ser "quantos metros quadrados?" e passa a ser "como vou me sentir aqui daqui a 10 anos?"

A resposta está na arquitetura do projeto, na qualidade construtiva real, nos materiais escolhidos, na orientação solar, na relação entre espaço interno e externo, e no entorno imediato. Fatores que não aparecem no folder, mas que determinam a experiência de morar e, consequentemente, a liquidez na hora de revender.

Imóveis com identidade própria, acabamento atemporal e localização consolidada têm uma característica em mercados como o de Floripa: eles não ficam parados. Quando chegam ao mercado, somem. Porque quem sabe o que quer reconhece o que é certo.

Se isso ressoa com o que você busca, me chama.

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Cristian Rafael Thume Corretor de Imóveis | CRECI/SC 74.589-F Alto padrão | Jurerê Internacional | Florianópolis

"O verdadeiro luxo é viver bem."

Fontes: Brain Inteligência Estratégica — Tendências do Mercado Imobiliário 2026 (via Cidades e Condomínios, mai/2026); Visão — Tendências do mercado imobiliário de luxo em 2026 (dez/2025); Construtora Planeta — Quiet luxury e alto padrão (abr/2026); F1 Cia. Imobiliária — Tendências 2026 (fev/2026).

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Por que famílias de São Paulo estão trocando o Jardins por Jurerê?

13 de junho de 2026

Existe um movimento silencioso acontecendo no Brasil e Florianópolis está no centro dele.

Nas últimas temporadas, um padrão se consolidou de forma consistente: famílias de alta renda chegam a Floripa em dezembro ou janeiro para passar o verão. Em março, estão ligando para corretores. Em julho, estão assinando contratos. Em dezembro do ano seguinte, já trouxeram as crianças na escola nova.

Não é um fenômeno anedótico. É uma transformação estrutural no comportamento de quem pode, de fato, escolher onde viver.

O que expulsa e o que atrai

Para entender a migração, é preciso entender os dois lados.

São Paulo oferece o que nenhuma outra cidade brasileira oferece em termos de mercado de trabalho, serviços, gastronomia e cultura. Mas para quem tem mobilidade financeira e profissional, e cada vez mais pessoas têm, a equação começa a mudar quando se colocam na balança os outros fatores.

Trânsito que consome horas diariamente. Sensação de insegurança que limita a liberdade das crianças. Uma agenda urbana que não deixa espaço para respiro. Um custo de vida que não para de subir sem uma contrapartida proporcional em qualidade.

Florianópolis oferece o oposto: as projeções para o verão 2025/2026 indicam cerca de 2,2 milhões de turistas, muitos deles com renda mais alta, maior poder aquisitivo e perfil migratório crescente. Esse fenômeno, observado há quase uma década, tornou-se uma característica permanente da região, turistas que chegam para a temporada acabam retornando como investidores ou novos moradores.

O perfil de quem migra

Não é qualquer perfil. E isso importa para entender o mercado.

O comprador que migra de São Paulo para Floripa geralmente tem entre 35 e 50 anos, filhos em idade escolar, renda construída ao longo de anos e, com frequência, uma carreira que já não depende de presença física num escritório específico. Empresários, sócios de fundos, executivos com trabalho remoto ou negócios próprios, profissionais liberais de alta renda.

Floripa atrai compradores de outros estados de forma consistente, especialmente das regiões Sudeste. Esse público chega com maior capacidade financeira e prioriza atributos como qualidade de vida, segurança e localização. Esse movimento contribui para sustentar o valor médio dos imóveis e amplia a demanda por empreendimentos com melhor posicionamento.

Para esse perfil, a compra de um imóvel em Florianópolis não é a substituição da vida anterior. É a construção de uma vida melhor com o capital e a visão para fazê-la diferente.

O que Floripa entrega que São Paulo não consegue mais

Há um dado que resume bem a diferença.

Florianópolis tem o maior Índice de Desenvolvimento Humano entre todas as capitais brasileiras 0,847, segundo o PNUD e o IBGE. Acima de São Paulo. Acima do Rio de Janeiro. Acima de Curitiba.

Isso se traduz em educação pública e privada de qualidade, saneamento, segurança relativa e um cotidiano urbano que ainda permite o que as grandes cidades perderam: espaço para viver.

Crianças que crescem com o mar como quintal e liberdade como rotina. Adultos que chegam em casa sem o desgaste acumulado de horas de trânsito. Uma cidade que ainda responde humanamente à escala humana.

O impacto no mercado imobiliário

Essa migração qualificada não é sazonal, e é aí que está o fundamento mais importante para o mercado imobiliário.

Quando o comprador que migra tem alta renda e visão de longo prazo, ele não compra qualquer coisa. Ele compra bem, paga bem e mantém o imóvel: seja para morar, seja como patrimônio. Isso cria um mercado com liquidez real, não apenas especulativa.

É o que explica por que Floripa valoriza de forma consistente mesmo em cenários macroeconômicos adversos. A demanda não depende de crédito subsidiado ou de um momento favorável de juros. Depende de pessoas que decidiram, com consciência, que aqui é o lugar certo para construir o próximo capítulo.

Pensando em mudar para Florianópolis? Me conta o que você busca e posso te mostrar o que essa cidade tem a oferecer.

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Cristian Rafael Thume Corretor de Imóveis | CRECI/SC 74.589-F Alto padrão | Jurerê Internacional | Florianópolis

"O verdadeiro luxo é viver bem."

Fontes: Beco Castelo — Mercado Imobiliário na Grande Florianópolis em 2026 (dez/2025); PNUD / IBGE — IDHM Florianópolis; Marcos Koslopp — Marketing Imobiliário (mar/2026).

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Cacupé: o bairro mais exclusivo de Florianópolis que poucos conhecem

12 de junho de 2026

Existe um fenômeno curioso no mercado imobiliário de alto padrão: os endereços mais valiosos raramente são os mais falados.

Cacupé é assim.

Quem não conhece Florianópolis de perto provavelmente nunca ouviu o nome. Quem mora aqui e entende o mercado sabe que é um dos bairros mais cobiçados da ilha e um dos que apresentou a maior valorização percentual de toda a cidade em 2025, ao lado do Campeche.

O que é Cacupé

Cacupé fica no Norte da ilha, às margens da Baía Norte. Não tem uma praia de surf, não tem balada, não tem o movimento de Jurerê.

O que tem é outra coisa: silêncio, vista privilegiada para a baía, água calma ideal para vela e caiaque, e uma infraestrutura residencial de alto padrão que cresceu discretamente nos últimos anos. É o tipo de bairro que as pessoas descobrem quando param de buscar o que está na boca do mundo e começam a buscar o que realmente querem.

As residências de Cacupé tendem a ser maiores, mais recuadas, com projetos arquitetônicos mais elaborados. Condomínios fechados com segurança 24h, piscinas privativas, jardins extensos. O perfil de morador é de alta renda, busca privacidade e tem aversão à exposição.

Por que a valorização está acelerada

Em 2025, enquanto Jurerê Internacional mantinha seus preços já consolidados em patamares elevados, Cacupé e Campeche apresentaram as maiores taxas de valorização percentual de Florianópolis.

A lógica é a mesma de qualquer mercado premium em expansão: quando os endereços mais óbvios já chegaram ao seu teto de valorização imediata, o capital qualificado migra para os adjacentes com fundamentos sólidos e ainda algum potencial de alta.

Cacupé reúne esses fundamentos: oferta escassa, demanda crescente de compradores que chegam de fora do estado, vista que não pode ser replicada, e uma limitação geográfica que garante que nunca haverá excesso de oferta.

O perfil de quem compra aqui

O comprador de Cacupé não está em busca do imóvel mais visto do Instagram. Está em busca do imóvel que vai fazer a vida dele melhor e que vai preservar capital no longo prazo.

Em geral, são compradores que já passaram por Jurerê Internacional, conhecem bem o mercado de alto padrão de Floripa, e escolhem Cacupé por uma combinação de exclusividade maior, preço ainda com espaço para valorização e uma qualidade de vida que, para quem já experimentou, é difícil de abrir mão.

Muitos chegam de São Paulo ou Rio de Janeiro. Alguns do exterior. Todos com a mesma característica: sabem o que querem e não precisam ser convencidos, precisam encontrar o imóvel certo.

O que esperar dos próximos anos

A tendência que se observa em Cacupé é de continuidade. Novos empreendimentos de luxo continuam chegando. A infraestrutura do bairro segue se desenvolvendo. E a demanda especialmente a de compradores de fora, não dá sinais de desaceleração.

Para quem está considerando entrar nesse mercado, o momento atual ainda representa uma janela. Não porque os preços estejam baixos, não estão. Mas porque a diferença entre o patamar atual e o patamar de consolidação plena ainda justifica a entrada.

Conheço imóveis exclusivos em Cacupé. Me chama para uma conversa.

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Cristian Rafael Thume Corretor de Imóveis | CRECI/SC 74.589-F Alto padrão | Jurerê Internacional | Florianópolis

"O verdadeiro luxo é viver bem."

Fontes: F1 Cia. Imobiliária — Análise 2025 e Projeções 2026 (dez/2025); Invexo / FipeZAP — m² Florianópolis (out/2025).

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