Imóvel como proteção patrimonial: por que o alto padrão resiste onde outros ativos cedem

11 de junho de 2026

Em 2025, com a Selic em 15% ao ano, a maioria dos analistas esperava que o mercado imobiliário desacelerasse. O que aconteceu foi o oposto no segmento de alto padrão.

O Valor Geral de Vendas de imóveis de médio e alto padrão no Brasil atingiu R$ 30 bilhões em 2025, crescimento de 20% sobre o ano anterior. O setor imobiliário registrou o melhor desempenho na Bolsa de Valores em 2025, com alta acumulada de 73,5% no índice do setor. (Fonte: Abrainc e Registro de Imóveis do Brasil, 2026.)

Esse comportamento não é coincidência. É estrutural.

Por que o alto padrão se comporta diferente

O comprador de imóvel de alto padrão, em geral, não depende de financiamento bancário para decidir. Juros altos afetam quem precisa de crédito. Quem tem capital próprio opera com outra lógica.

Para esse perfil, o imóvel não compete com a Selic. Compete com a escassez. E escassez não tem taxa de juros.

Em mercados como Jurerê Internacional, onde a oferta de terrenos é estruturalmente limitada pela geografia da ilha e pelo planejamento urbano do bairro, a pressão sobre os preços é constante e de longo prazo. O metro quadrado chegou a R$ 25.136 em imóveis acima de 125m² no quarto trimestre de 2025, alta superior a 50% em 12 meses. (Fonte: Loft, Q4 2025.)

O imóvel como componente da carteira

O relatório da Bossa Nova Sotheby's International Realty referente ao primeiro trimestre de 2026 aponta uma mudança estrutural no comportamento do comprador de alto padrão: o imóvel de luxo deixou de ocupar apenas o lugar de desejo residencial e passou a integrar de forma estratégica a composição patrimonial das famílias de alta renda. (Fonte: Bossa Nova Sotheby's, maio 2026.)

Essa mudança tem fundamento. Imóveis de alto padrão bem localizados no Brasil apresentaram valorização média de 8% a 12% ao ano nos últimos 15 anos, superando a inflação de forma consistente. Somados à renda de locação de 4% a 6% ao ano, o retorno total estimado fica entre 12% e 18% anuais. (Fonte: NPI Consultoria, 2026.)

Isso não é garantia. É histórico. E histórico em ativos de alta qualidade, em localizações com oferta estruturalmente limitada, tem peso na tomada de decisão de investidores sérios.

O que o alto padrão entrega que outros ativos não entregam

Renda fixa entrega liquidez e previsibilidade. Não entrega uso, experiência ou legado.

O imóvel de alto padrão entrega as duas coisas ao mesmo tempo: você pode usufruir enquanto o ativo valoriza. Pode alugar por temporada e gerar renda. Pode transmitir para os filhos com planejamento sucessório adequado. E pode vender quando o momento for favorável.

Em Jurerê Internacional, imóveis bem localizados para aluguel de temporada chegam a faturar entre R$ 150 mil e R$ 200 mil por ano. Rentabilidade bruta entre 10% e 18% ao ano, de duas a três vezes o retorno do aluguel tradicional. (Fonte: Elisa Investimentos, 2026.)

A Reforma Tributária como argumento adicional

A Reforma Tributária aprovada no Brasil obriga que o ITCMD, imposto sobre herança e doações, passe a ser progressivo em todo o país. As alíquotas máximas podem saltar de 4% para até 8% dependendo do estado e do valor do patrimônio. (Fonte: Gonçalves Contabilidade, 2026.)

Isso torna o planejamento sucessório em torno de imóveis de alto padrão ainda mais urgente. Quem estrutura uma holding familiar agora, com os imóveis integrados e as doações formalizadas, trava as alíquotas atuais antes que aumentem.

Imóvel, nesse contexto, deixa de ser só ativo imobiliário e passa a ser instrumento de organização patrimonial entre gerações.

O que esse raciocínio exige do investidor

Horizonte de longo prazo. Mínimo de 5 anos, idealmente 10 ou mais.

Tolerância à iliquidez. Imóvel não se vende em 24 horas. Quem precisa de liquidez imediata não deve alocar capital que não pode imobilizar.

Escolha criteriosa de localização. Nem todo imóvel de alto padrão tem os mesmos fundamentos. A diferença entre um imóvel que valoriza consistentemente e um que estabiliza está na localização, na escassez do entorno, no perfil do empreendimento e na qualidade do incorporador.

O imóvel certo, no lugar certo, com o horizonte certo, é um dos ativos mais sólidos disponíveis para o investidor brasileiro em 2026. Os dados confirmam. A história confirma. O comportamento do mercado em 2025, mesmo sob pressão de juros altos, confirma.

Se você está avaliando como imóveis de alto padrão em Florianópolis se encaixam na sua estratégia patrimonial, estou disponível para essa conversa.

Sem pressão de decisão. Com os dados do mercado e clareza sobre o que está disponível hoje.

WhatsApp: (48) 99154-5904 · @cristian.thume

Cristian Thume — Corretor de Imóveis em Florianópolis · CRECI/SC 74.589-F

"O verdadeiro luxo é viver bem."

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Florianópolis é a Ilha do Silício brasileira e o que isso significa para o mercado imobiliário

10 de junho de 2026

Em 2024, Florianópolis recebeu por lei o título de Capital Nacional das Startups. Não foi uma campanha de marketing. Foi o reconhecimento formal de um processo que começou décadas atrás e que hoje molda de forma direta o mercado imobiliário da cidade.

Entender o que está por trás desse título ajuda a entender por que o mercado de Floripa opera diferente do resto do Brasil — e por que essa diferença tende a se aprofundar.

Como uma ilha sem indústria virou polo de tecnologia

A história começa com uma limitação. 59% do território de Florianópolis é área de preservação ambiental permanente. Não há espaço para indústria tradicional. Não há como replicar o modelo industrial de Joinville ou Blumenau.

Nos anos 1970, jovens recém-formados pela UFSC precisavam ir embora para encontrar emprego. Alguns decidiram ficar e criar empresas de tecnologia. Da primeira geração, nasceram empresas como a Dígitro, fundada em 1977. Esse movimento não parou mais. (Fonte: NDMais, setembro 2025.)

Hoje, 25% do PIB de Florianópolis vem do setor de tecnologia. O setor faturou R$ 12 bilhões em 2023. Nenhuma outra capital brasileira tem essa proporção de tecnologia no PIB municipal. Só Barueri, no interior de São Paulo, supera esse percentual com 27,2%. (Fonte: Exame, março 2025.)

O ecossistema que atrai quem pode morar em qualquer lugar

Em 2026, o ecossistema de inovação de Florianópolis está maduro. Startups que viraram unicórnios. Empresas globais instaladas no Sapiens Parque e na rota da SC-401. O CIA, Centro de Inovação ACATE, como hub de conexão entre empreendedores, investidores e talentos.

O resultado mais relevante para o mercado imobiliário é o perfil de profissional que esse ecossistema atrai e retém. Engenheiros, desenvolvedores, fundadores de startups, executivos de empresas de tecnologia. Profissionais com alta remuneração, em geral com autonomia de localização e em busca de qualidade de vida que São Paulo não entrega mais.

Esse perfil não compra apartamento compacto. Compra imóvel com padrão, com espaço, em bairro que combine qualidade urbana com acesso à natureza. (Fonte: Monitor do Mercado, maio 2026.)

A Ilha do Silício e o mercado imobiliário

A consolidação de Florianópolis como polo tecnológico de elite tem efeitos diretos e mensuráveis no mercado imobiliário.

O primeiro efeito é na demanda. Profissionais de alta renda migrando de outros estados pressionam a demanda por imóveis de qualidade em bairros específicos. Itacorubi, Campeche, Santo Antônio de Lisboa e o norte da ilha como um todo têm absorvido esse fluxo. A demanda não é sazonal. É permanente e crescente.

O segundo efeito é na resiliência. Uma economia com 25% do PIB em tecnologia tem ciclo econômico menos dependente de variáveis nacionais. O dinheiro que circula em Floripa não vem só do verão e do turismo. Vem de serviços digitais exportados para o mundo todo. Isso torna o mercado imobiliário menos vulnerável a crises econômicas regionais.

O terceiro efeito é no perfil do morador. Quando uma cidade atrai profissionais qualificados de forma consistente, o nível de renda médio sobe. E quando o nível de renda sobe, a demanda por imóveis de qualidade sobe junto. Esse ciclo se retroalimenta.

O salário emocional que retém talentos

Existe um conceito que aparece com frequência nas conversas sobre Florianópolis: o salário emocional. É o valor que a cidade paga em forma de qualidade de vida, que nenhum contracheque consegue replicar.

Encerrar o expediente e estar a minutos da praia. Trabalhar com vista para o mar. Criar filhos com segurança e natureza como rotina. Ter networking de alto nível num ambiente que ainda opera em escala humana.

Para o profissional que pode escolher onde morar, esse salário emocional é um fator real de decisão. E Florianópolis, em 2026, oferece isso numa combinação que nenhuma outra cidade brasileira conseguiu reunir. (Fonte: Terra Brasil, fevereiro 2026.)

O que isso significa para quem está comprando

Comprar imóvel numa cidade com economia diversificada, polo tecnológico consolidado e demanda crescente de profissionais de alta renda é diferente de comprar numa cidade dependente de um único setor.

Florianópolis tem fundamentos econômicos que sustentam o mercado imobiliário além do turismo e além do ciclo de juros. A Ilha do Silício não é um apelido. É a descrição de uma transformação econômica real que está em curso e que ainda está longe de atingir seu teto.

Quem compra imóvel de qualidade em Floripa hoje está comprando numa cidade que, em 2030, será ainda mais relevante do que é hoje. Não por especulação. Por fundamento.

Se você quer entender como esse cenário afeta as oportunidades disponíveis no mercado de Florianópolis hoje, estou disponível para conversar.

WhatsApp: (48) 99154-5904 · @cristian.thume

Cristian Thume — Corretor de Imóveis em Florianópolis · CRECI/SC 74.589-F

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Florianópolis está no mapa do mundo. E o mercado imobiliário já sente.

09 de junho de 2026

Em novembro de 2025, o Wall Street Journal publicou uma matéria especial intitulada "24 Hours in Florianópolis". No mesmo ano, o Booking.com posicionou Floripa como o 4º destino mais buscado do mundo para o verão, superando o Rio de Janeiro. A revista britânica SUITCASE Magazine comparou a cidade à "Ibiza da América do Sul".

Isso não é surpresa para quem vive aqui. É o reconhecimento de algo que já sabíamos.

Os números confirmam o que o mundo está descobrindo

Enquanto a média nacional de valorização imobiliária ficou em 5,2% nos últimos 12 meses, Florianópolis registrou 9,44% quase o dobro. O metro quadrado na capital catarinense chegou a R$ 12.420 em 2025, posicionando a cidade como a 5ª capital mais cara do Brasil, segundo dados do CRECI-SC e do Índice FipeZAP.

Em Jurerê Internacional, o metro quadrado ultrapassa R$ 20.000, colocando o bairro entre os mais caros do país. No primeiro trimestre de 2025, foram vendidas 1.942 unidades em Florianópolis, crescimento de 97% em relação ao mesmo período de 2024, movimentando R$ 1,6 bilhão em Valor Geral de Vendas.

Santa Catarina concentrou 73,5% de todo o VGV da região Sul no primeiro trimestre de 2025, somando R$ 55,5 bilhões. Mais do que Paraná e Rio Grande do Sul juntos.

Por que Floripa não para de valorizar

A limitação geográfica da ilha é um dos principais motores. Com restrições ambientais rigorosas e área urbana limitada, cada metro quadrado disponível se torna mais disputado à medida que a demanda cresce. Entre 2022 e 2025, Florianópolis recebeu cerca de 50 mil novos moradores: executivos, famílias e nômades digitais vindos principalmente de São Paulo, Rio de Janeiro e do exterior.

A infraestrutura acompanha esse movimento. O aeroporto bateu recordes em 2025, com mais de 1 milhão de passageiros internacionais. O Parque Urbano e Marina Beira-Mar Norte, com R$ 350 milhões em investimento e obras iniciadas em março de 2026, vai transformar completamente a orla central da cidade.

Eu acompanho esses movimentos de perto. E cada obra, cada chegada de novos moradores, cada matéria internacional se traduz em uma coisa concreta: valorização real para quem tem imóvel aqui.

Quem chegou antes colheu os melhores resultados

Em outubro de 2015, o metro quadrado médio em Florianópolis era de R$ 6.305. Em 2025, esse número praticamente dobrou. Clientes que compraram há alguns anos em Jurerê, Cacupé ou na Beira-Mar viram seu patrimônio crescer de forma consistente, acima da inflação e acima da renda fixa na maior parte desse período.

O mercado de alto padrão tem uma característica importante: a demanda vem de compradores com alta capacidade financeira, muitos pagando à vista. Isso torna o segmento menos vulnerável às oscilações de juros e muito mais estável como investimento de longo prazo.

O que esperar para 2026

Bairros como Campeche, Estreito e Coqueiros devem liderar uma nova onda de valorização. O Centro histórico segue atraindo investidores interessados em short-stay. E a combinação de visibilidade internacional crescente, infraestrutura em expansão e estoque limitado cria um cenário muito favorável para quem decide investir agora.

Se você quer entender como aproveitar esse momento: seja para morar, investir ou diversificar patrimônio, me chama!

Cristian Thume — Corretor de Imóveis em Florianópolis CRECI/SC 74.589-F | (48) 99154-5904 | cristianthume.com.br

O verdadeiro luxo é viver bem!

Fontes: CRECI-SC, Índice FipeZAP, Booking.com, Wall Street Journal, SUITCASE Magazine, Global Startup Ecosystem Report 2025, Consultoria Brain, Loft Dados Imobiliários.

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