Por que famílias do mundo inteiro escolhem Florianópolis para ter e criar seus filhos

24 de maio de 2026

Existe um fenômeno silencioso acontecendo no norte da Ilha de Santa Catarina. Famílias russas, ucranianas, americanas e de dezenas de outros países estão cruzando oceanos com um objetivo específico: ter filhos em Florianópolis. Não em São Paulo, não no Rio. Em Floripa.

Esse fenômeno diz muito sobre o que nossa cidade representa no imaginário global. E diz ainda mais sobre o que ela oferece de concreto para quem pensa no futuro dos filhos.

O turismo de parto russo

Nenhum dado revela tanto sobre a reputação de uma cidade quanto a decisão de uma família em atravessar 11.000 km para ter um filho lá.

Florianópolis se tornou o principal destino brasileiro para o turismo de parto de famílias russas. Em 2023, ao menos 38 bebês de pais russos nasceram na capital catarinense, número que supera todos os outros destinos do país combinados: apenas 17 nascimentos foram registrados no restante do Brasil no mesmo período, com 12 deles no Rio de Janeiro.

O fenômeno não é novo, mas explodiu após 2022. Ao menos 34 bebês de pais russos nasceram em Santa Catarina na rede pública de saúde em 2022, com crescimento expressivo após o início da guerra na Ucrânia. Em janeiro de 2023 sozinho, nove mulheres russas deram à luz na Maternidade Carmela Dutra, em Florianópolis, contra apenas duas em dezembro do ano anterior.

Por que Floripa e não outra cidade? São Paulo, Rio, Paraty e Curitiba são procuradas, mas Florianópolis lidera por ser considerada mais segura. Essa é a resposta que aparece de forma consistente nos relatos das famílias: segurança. É o mesmo critério que qualquer pai ou mãe brasileiro usa para escolher onde morar.

O que essas famílias enxergam que talvez você não veja

Anastasia e Dmitrii Panin, um casal de empresários russos, visitaram o Rio de Janeiro e São Paulo antes de decidir onde ter seu filho. Eles preferiram Florianópolis por a encontrarem como "uma cidade pequena e segura". Anastasia declarou: "Eu sempre quis ter um bebê em outro país. Queria que nosso filho tivesse uma nacionalidade diferente e um passaporte forte, que abrisse mais possibilidades para ele poder estudar e trabalhar onde quisesse."

Repare na lógica dessa frase. Não é turismo. É planejamento familiar de longo prazo.

E o passaporte brasileiro é, de fato, um ativo real. O Brasil ocupa a 16ª posição no Henley Passport Index, com acesso a 170 países sem visto, segundo dados baseados na IATA. O passaporte russo, para comparar, garante acesso a menos de 120 destinos e vem perdendo mobilidade desde 2022 com o aumento de sanções internacionais.

Para uma criança nascida em Florianópolis de pais russos, a diferença prática é enorme: ela cresce com a possibilidade de estudar em universidades europeias, trabalhar em países que hoje vedam a entrada de cidadãos russos e circular pelo mundo com liberdade.

O jus soli brasileiro: uma das constituições mais generosas do mundo

O Brasil adota o princípio do jus soli: qualquer pessoa nascida em território nacional torna-se cidadã brasileira automaticamente, independente da nacionalidade dos pais. Além da cidadania para a criança, a legislação brasileira permite que os pais se naturalizem em um ano, desde que residam no país e façam uma prova de língua portuguesa.

Isso cria um efeito em cadeia. Famílias que vêm para ter um filho acabam descobrindo a cidade, se apaixonando pela qualidade de vida e ficando. Não é coincidência que agências especializadas em turismo de parto relatem que uma parcela significativa de seus clientes decide permanecer em Florianópolis após o nascimento.

Mas o que faz Floripa ser escolhida para criar, não só para nascer?

A decisão de ter um filho aqui é apenas o primeiro passo. A questão mais importante é: o que faz com que essas famílias fiquem? Os dados dão a resposta.

Segurança que é comprovada, não percebida

Florianópolis é a capital mais segura do Brasil, com taxa de 10,73 assassinatos a cada 100 mil habitantes, segundo o Anuário Cidades Mais Seguras do Brasil 2025, baseado em dados do IBGE e do Ministério da Saúde.

O Atlas de Segurança Pública 2024, divulgado pelo Ipea e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, confirmou Florianópolis como a capital com menor taxa de homicídios do país, com 8,9 casos por 100 mil habitantes. Em Salvador, a pior colocada, essa taxa chega a 66,4. Florianópolis é ainda a única capital brasileira que não aparece no mapa de cidades que concentram metade dos homicídios do país.

Para uma família russa fugindo de um contexto de guerra, ou para qualquer família que priorize o ambiente em que seus filhos crescem, esse número não é abstrato. Ele representa a diferença entre uma criança que cresce com medo e uma que cresce com liberdade.

O IDH mais alto entre as regiões metropolitanas

Florianópolis lidera o ranking de IDH entre todas as regiões metropolitanas do Brasil, com índice de 0,815, à frente de São Paulo, segundo o Atlas do Desenvolvimento Humano elaborado pelo PNUD Brasil, Ipea e FJP.

O IDH municipal, o IDHM, consolida décadas de investimento em educação, saúde e renda. Com IDHM de 0,847, Florianópolis figura na terceira posição entre todos os municípios brasileiros, segundo o PNUD.

Para criar filhos, isso se traduz em acesso a escolas bem avaliadas, hospitais de referência e um mercado de trabalho diversificado que estará lá quando eles crescerem.

Uma economia que cresce mais rápido do que a percepção

A Florianópolis que as famílias russas encontraram nos anos 2010 já não existe mais. A cidade evoluiu para algo que poucos esperavam.

Reconhecida em 2024 como a Capital Nacional das Startups por lei federal, Florianópolis é a capital brasileira com maior representatividade da tecnologia no PIB municipal: 25% da economia local vem do setor de tecnologia, com faturamento de R$12 bilhões em 2023 e crescimento de 23,4% desde 2018. A cidade conta com aproximadamente 6.100 empresas de tecnologia, gerando 38.000 empregos diretos.

Uma criança que nasce hoje em Florianópolis vai crescer numa cidade onde o mercado de trabalho de alto valor está sendo construído ao seu redor. Isso é herança. É planejamento geracional.

Santa Catarina como novo polo migratório do Brasil

O movimento das famílias russas é parte de um fenômeno maior. Santa Catarina foi o estado que mais ganhou novos habitantes entre 2017 e 2022, com saldo migratório líquido de 354.350 pessoas, o equivalente a 4,66% da sua população total. No mesmo período, São Paulo e Rio de Janeiro tiveram saldos migratórios negativos.

Isso não é coincidência. É o resultado de décadas de construção de qualidade de vida, segurança e infraestrutura. Quando as pessoas têm liberdade de escolher onde viver, elas votam com os pés. E estão votando em Santa Catarina.

O que tudo isso tem a ver com imóveis?

Tudo.

Famílias que vêm de fora para ter filhos aqui precisam de um lugar para ficar. As que decidem permanecer precisam comprar. As que investem no futuro dos filhos buscam patrimonializar essa decisão em metros quadrados.

Quando uma cidade é escolhida por famílias do mundo inteiro como o lugar certo para começar uma vida, seu mercado imobiliário reflete isso. E o de Florianópolis reflete. Consistentemente, ano após ano.

A questão não é se Floripa é uma boa cidade para criar filhos. Os russos, os ucranianos, os argentinos e os brasileiros de outros estados já responderam isso.

A questão é: você vai esperar mais para tomar essa decisão?

Sou o Cristian Thume, corretor de imóveis em Florianópolis. Se você está pensando em trazer sua família para cá, ou em investir num mercado que famílias do mundo inteiro já descobriram, me chama. Vou te ajudar a entender onde e como.

@cristian.thume · CRECI/SC 74.589-F

Fontes: Deutsche Welle Brasil (reportagem sobre turismo de parto russo em Florianópolis, março 2023) · NSC Total (dados da Secretaria de Saúde de SC, 2023) · Henley Passport Index 2025 (Henley & Partners / IATA) · Atlas de Segurança Pública 2024 (Ipea + Fórum Brasileiro de Segurança Pública) · Anuário Cidades Mais Seguras do Brasil 2025 (MySide / IBGE / Ministério da Saúde) · Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil (PNUD, Ipea, FJP) · Rede de Inovação de Florianópolis / ACATE (dados econômicos 2025) · Censo Demográfico 2022 (IBGE)

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O mercado de studios que a UFSC criou

23 de maio de 2026

Existe um segmento do mercado imobiliário de Florianópolis que não aparece nas capas das revistas de luxo, não tem vista para o mar e não tem tíquete de R$ 5 milhões. Mas entrega algo que imóveis de alto padrão nem sempre conseguem garantir: ocupação contínua, renda previsível e liquidez real.

É o mercado de studios universitários na região da UFSC.

Uma universidade que move um bairro inteiro

A Universidade Federal de Santa Catarina tem campus principal no bairro Trindade, no centro da ilha. O campus ocupa mais de 1 milhão de metros quadrados e abriga 10 centros de ensino, com 64 cursos de graduação e 80 programas de pós-graduação. É considerada a 7ª melhor universidade do Brasil pelo Ranking Universitário Folha 2025 e a 8ª da América Latina pelo Webometrics 2025.

Ao redor desse campus, existe um ecossistema urbano completo: bairros como Trindade, Carvoeira, Pantanal, Córrego Grande e Itacorubi concentram mercados, farmácias, academias, restaurantes, shoppings, transporte público integrado e o Hospital Universitário, tudo a distância de caminhada para quem mora ali.

Essa infraestrutura existe porque a demanda existe. E a demanda existe porque a UFSC atrai, a cada semestre, uma comunidade de mais de 40 mil pessoas, entre estudantes de graduação, pós-graduação, professores e técnicos, grande parte vinda de outros estados e municípios. (Fonte: Norden Imóveis · SECOVI-SC)

O que aconteceu quando as aulas voltaram

Durante a pandemia, o mercado imobiliário da região da UFSC foi fortemente impactado. Com o ensino remoto, estudantes retornaram às suas cidades de origem e a demanda por locação despencou.

Com o retorno das aulas presenciais em 2022, a demanda voltou, e despencou sobre uma oferta que havia encolhido junto. O resultado foi documentado pelo SECOVI-SC: a busca por apartamentos na região cresceu aproximadamente 40%, gerando escassez real de imóveis disponíveis para locação. (Fonte: NSC Total · SECOVI-SC)

Esse episódio revelou uma característica estrutural desse mercado: a demanda é inelástica. Quando a UFSC funciona, as pessoas precisam morar perto. E quando a oferta não acompanha, o preço sobe.

O perfil do imóvel que o mercado quer

Imóveis compactos, studios e apartamentos de um ou dois quartos são os mais procurados por oferecerem praticidade e proximidade ao campus, permitindo economia de tempo e dinheiro com transporte. Norden

O aluguel médio de um apartamento de 1 dormitório na Trindade está entre R$ 1.975 e R$ 2.200 por mês. Kitnets partem de R$ 1.200. Imóveis de 2 dormitórios ficam na faixa de R$ 3.000 a R$ 3.500. (Fonte: Imóveis Crédito Real 2025)

Para um studio compacto adquirido por volta de R$ 350.000 a R$ 450.000, faixa típica de unidades prontas na região, o yield bruto anual fica entre 5,5% e 7,5%, dependendo do padrão do imóvel e da gestão da locação. Em um cenário de Selic elevada isso pode parecer pouco. Mas o imóvel ainda tem o componente de valorização patrimonial, que nos últimos anos em Florianópolis tem sido consistente.

Um empreendimento que transformou a lógica da região

O Viva Trindade, da Construtora Globo, representa exatamente a modernização desse mercado. São dois produtos complementares no mesmo endereço, a 300 metros da UFSC, em frente ao Hospital Universitário:

O Viva Trindade Residencial oferece studios a partir de 30m² e apartamentos de 65 a 77m², com praça de alimentação, academia e lavanderia no próprio condomínio.

O Viva Trindade Apart Studios traz unidades de 36m² projetadas para maximizar integração de ambientes e luz natural, com Viva Food Hall, academia, supermercado e farmácia no térreo, tudo no mesmo bloco. Projetado explicitamente para as modalidades de short stay e long stay.

Não é coincidência que a Construtora Globo tenha escolhido esse endereço. É o reconhecimento de que a demanda ali é estrutural, não sazonal.

O investidor que entende esse mercado

O perfil do investidor que compra nessa região geralmente não é o mesmo que compra em Jurerê. São perfis complementares dentro de uma estratégia de portfólio.

Quem compra na região da UFSC está buscando renda com baixo risco de vacância, ticket de entrada menor, liquidez razoável para revenda e um mercado que independe da temporada de verão. É um ativo de renda, não de especulação.

Com um fluxo contínuo de novos estudantes e profissionais a cada semestre, imóveis próximos à universidade oferecem alta taxa de ocupação e retorno considerável no longo prazo. Norden

Uma observação honesta

Yield de locação em qualquer mercado depende de gestão. Imóvel vazio não rende. Imóvel mal conservado perde inquilino. E a valorização patrimonial de imóveis compactos em regiões universitárias tende a ser mais modesta do que em regiões de alto padrão.

O que esse mercado oferece é consistência, não explosão. Para quem quer renda previsível numa cidade que não para de crescer, é um argumento sólido.

Se quiser entender se esse perfil de ativo faz sentido dentro do que você está planejando, posso ajudar a pensar.


Cristian Thume — Corretor de Imóveis em Florianópolis CRECI/SC 74.589-F · @cristian.thume · cristianthume.com.br · WhatsApp: (48) 99154-5904

"O verdadeiro luxo é viver bem."

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O Melhor Momento para Investir em Florianópolis

22 de maio de 2026

Enquanto a média nacional de valorização do m² ficou em 5,2% nos últimos 12 meses, Florianópolis registrou 9,44%. Quase o dobro.

Não é sorte. É estrutura.

O que está acontecendo aqui não é uma bolha, são fundamentos sólidos que poucos mercados no Brasil conseguem reunir ao mesmo tempo.

Deixa eu te mostrar os números reais:

📊 O que os dados dizem sobre Florianópolis em 2025

→ Valorização do m²: +9,44% nos últimos 12 meses (FipeZAP) → Preço médio do m²: R$ 12.320 — 5ª cidade mais cara do Brasil → Alta no aluguel em 2024: +10,39%, 3x acima da inflação → Lançamentos no 1º trimestre de 2025: +36,3% → Floripa concentrou 73,5% do VGV imobiliário de todo o Sul do Brasil

Em Jurerê Internacional, o m² ultrapassa R$ 20.000. Empreendimentos lançados a esse valor foram revendidos a R$ 30.000/m² antes da entrega das chaves. 50% de valorização em menos de dois anos.

Por que Floripa não para de valorizar?

A resposta está em 4 fatores que se reforçam mutuamente:

1. A ilha não cresce: A geografia insular limita a oferta de terrenos de forma permanente. Cada novo empreendimento disputa um espaço cada vez mais raro. Escassez real, não artificial.

2. Qualidade de vida que atrai quem pode escolher: Segurança, natureza, gastronomia, infraestrutura. Floripa não compete por preço, compete por estilo de vida. E está ganhando essa disputa.

3. Hub de tecnologia e inovação: A cidade atrai profissionais de alta renda que querem morar aqui, não apenas veranear. Essa demanda qualificada e permanente sustenta o mercado ao longo de todo o ano.

4. Turismo premium com renda passiva real: Taxa de ocupação próxima de 100% na alta temporada. Imóveis bem localizados geram retornos que superam a média das principais capitais do país.

Qual é a estratégia certa para você?

Se você quer valorização → compra na planta, com desconto de 20% a 30% sobre o valor de entrega e possibilidade de repasse com lucro antes de receber as chaves.

Se você quer renda → imóvel pronto em bairro consolidado, com ocupação acima de 85% em contratos anuais e retorno expressivo em temporada.

Se você quer os dois → diversificação entre lançamentos e prontos, que é o que os investidores mais experientes já estão fazendo aqui.

O histórico dos últimos 3 anos é claro: quem comprou imóvel em Florianópolis obteve retornos superiores à renda fixa e aos fundos imobiliários. E os fundamentos que sustentam essa valorização continuam intactos.

A janela está aberta. Mas os melhores lançamentos não esperam.

Se você está pensando em investir em Florianópolis e quer uma análise personalizada do seu perfil, me chama no direct ou deixa um comentário aqui.

Vou te mostrar onde estão as oportunidades reais agora.

O verdadeiro luxo é viver bem.

Cristian Thume Corretor de Imóveis · CRECI/SC 74.589-F · Florianópolis

 
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